As novas carteiras destacam as cores da RFB: azul, cinza e branco. A carteira do porte de arma virá separadamente
A Receita Federal do Brasil apresentou às categorias que pertencem a Carreira de Auditoria, nesta segunda-feira (25), os modelos das novas carteiras de identificação funcionais. Ao todo serão três modelos de carteiras: a do Analista-Tributário, a do auditor-fiscal, e outra para os servidores que ocupam algum cargo no órgão, mas não pertencem à Carreira. Há ainda a carteira do porte de arma, que virá separada da identificação.
A assessora de comunicação social da Instituição, Maria Flávia Pereira, destacou que os novos modelos foram feitos com base na Portaria SRF 1.200/2002, que dispõe sobre a identidade visual da Receita Federal. “Foi feito um trabalho de revitalização e fortalecimento da marca, usando a linha de comunicação visual verdadeiramente”, afirmou a assessora. De acordo com ela, o objetivo foi reforçar as cores que representam a Receita Federal do Brasil (azul, cinza e branco), até para que os servidores não sejam confundidos com os de outros órgãos. Ainda conforme a assessora de comunicação, o trabalho de identidade visual também está sendo expandido aos uniformes, fachadas de prédios e à pintura dos veículos da Instituição, entre outros.
A carteira do Analista-Tributário terá as bordas azuis com fundo branco. A carteira do porte de arma será praticamente igual a outra, mas nas cores preta e prata. O porta documentos será preto com prata e o distintivo também virá na cor prata, para destacar de outras autoridades. Há ainda o distintivo metálico ostensivo, nas cores preta, azul e prata, que será utilizado para identificar a presença da Receita Federal do Brasil em operações de fiscalização. “O distintivo de uso ostensivo não será requisitado pelos servidores. Os chefes das operações é que vão repassar aos servidores durantes as atividades”, explicou Flávia.
Durante a reunião, o presidente do Sindireceita, Paulo Antenor, lembrou da importância de se pensar também a elaboração de uma carteira de identificação para os aposentados. “Existem servidores que depois de muitos anos servindo à Casa são barrados no Ministério da Fazenda porque não possuem nenhum tipo de identificação”, ressaltou.
O gerente executivo do PróPessoas, Marcone de Oliveira, e coordenador-geral de Gestão de Pessoas, Moacir das Dores, concordaram que esse é um assunto de relevância e que merece a devida atenção da RFB, mas afirmaram que as carteiras dos aposentados não poderão ser iguais às dos ativos.
O diretor de Estudos Técnicos, Rodrigo Thompson, requisitou que seja realizada uma reunião técnica com a Corep (Coordenação de Vigilância e Repressão da Receita Federal) para detalhar os procedimentos relativos ao porte de arma. A Lei nº 11.706, de 19/06/20008, dá direito ao porte de arma aos servidores da Carreira Auditoria da Receita Federal do Brasil, desde que comprovem aptidão técnica e psicológica.